to até com medo de postar hoje.. e com uma preguiça fenomenal, porque tenho dois assuntos pra discutir e minha criatividade foi por agua abaixo... junto com minha auto-estima, meu amor-próprio, minha alegria e minha vontade de qualquer coisa.
entao fica esse pseudo-desabafo que eu marquei uma consulta extra com minha psicóloga e to indo pra lá agora. :*
(que me*da nao me achar no periódicos! a única vontade que eu tenho é de ler artigos e nao consigo achar nenhum sobre o que eu quero!)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
ENGOLE ESSA, SEU FDP!
Andando tranquilamente pelas tuas de Pelotas, quase em um universo paralelo enquanto ouvia engenheiros do hawaii, perdida em meus pensamentos. Paro na esquina para esperar minha vez de atravessar a rua e olho para o lado: uma criança linda de mão dada com o pai. Vocês achariam lindo se eu continuasse calma contando os fatos, mas fatos como os que estou prestes a relatar não me deixam nada calma - e não são nada lindos. (não, o pai não espancou a creiança, mas pra mim o efeito é o mesmo!)
O menino carregava um copo plástico vazio nas mãos e ele simplesmente largou no chão, tentando acertar o boeiro! Cordialmente, me agaixo, recolho o maldito pedaço de plástico e digo "tem que colocar no lixo, não no chão!" num tom quase suave, digno de ser usado com crianças. Sigo em frente. Poderia dar uma palestra sobre como aquilo era errado, mas esse dia está lindo e eu não queria estragá-lo.
Meus fones no ouvido, a música não muito alta porque não quero ficar "meio-surda" como meu pai, consigo ouvir o pai da criança me chamar de grossa. Dá prá aqueditar?
Nesse momento minha boca quase se abriu, revelando meus pensamentos. Acho que minha alfinetada sutil doeu no indivíduo que não era um cidadão. E grosso é ele, que me obriga a conviver com o lixo dele.
"Jogar lixo no chão é o maior atestado de ignorância que existe e ensinar teu filho a fazê-lo é muito baixo-nível. Poxa, tu é no mínimo da classe média, julgando pelas tuas roupas... Provavelmente teve acesso a educação, não deveria ser assim! Em que mundo tu vive? Achei que esse tipo de gentinha não existisse mais. Tu viu que ele ainda tentou acertar o boeiro, seu IDIOTA? Aposto que quando chover e a rua alagar tu será um dos primeiros a reclamar... QUANDO A CULPA DISSO, EM PARTE, É TUA, seu IMBECIL." Queria falar, gritar tudo isso bem alto para que mais uns desses irresponsáveis ouvissem, mas resolvi me calar e fazer de conta que não tinha escutado nada, que o assunto não era comigo... E agora desconto aqui minha ira, faço vocês ouvirem meus lamentos pela sociedade brasileira altamente ignorante, mesmo com a informação sendo esfregada na sua cara. Que nojo!
Tudo bem que a cidade não colabora, lixeiras são raras... Mas eu recolhi o copo e levei na minha mão ate encontrar um lixo, o que impede aquele serzinho de quinta categoria de fazer esse mínimo esforço? Juro que não doeu andar com o copo por uma quadra e meia.
É muito frustrante perceber que mesmo com tudo que vem sendo feito para a conscientização do povo a realidade não muda.
O menino carregava um copo plástico vazio nas mãos e ele simplesmente largou no chão, tentando acertar o boeiro! Cordialmente, me agaixo, recolho o maldito pedaço de plástico e digo "tem que colocar no lixo, não no chão!" num tom quase suave, digno de ser usado com crianças. Sigo em frente. Poderia dar uma palestra sobre como aquilo era errado, mas esse dia está lindo e eu não queria estragá-lo.
Meus fones no ouvido, a música não muito alta porque não quero ficar "meio-surda" como meu pai, consigo ouvir o pai da criança me chamar de grossa. Dá prá aqueditar?
Nesse momento minha boca quase se abriu, revelando meus pensamentos. Acho que minha alfinetada sutil doeu no indivíduo que não era um cidadão. E grosso é ele, que me obriga a conviver com o lixo dele.
"Jogar lixo no chão é o maior atestado de ignorância que existe e ensinar teu filho a fazê-lo é muito baixo-nível. Poxa, tu é no mínimo da classe média, julgando pelas tuas roupas... Provavelmente teve acesso a educação, não deveria ser assim! Em que mundo tu vive? Achei que esse tipo de gentinha não existisse mais. Tu viu que ele ainda tentou acertar o boeiro, seu IDIOTA? Aposto que quando chover e a rua alagar tu será um dos primeiros a reclamar... QUANDO A CULPA DISSO, EM PARTE, É TUA, seu IMBECIL." Queria falar, gritar tudo isso bem alto para que mais uns desses irresponsáveis ouvissem, mas resolvi me calar e fazer de conta que não tinha escutado nada, que o assunto não era comigo... E agora desconto aqui minha ira, faço vocês ouvirem meus lamentos pela sociedade brasileira altamente ignorante, mesmo com a informação sendo esfregada na sua cara. Que nojo!
Tudo bem que a cidade não colabora, lixeiras são raras... Mas eu recolhi o copo e levei na minha mão ate encontrar um lixo, o que impede aquele serzinho de quinta categoria de fazer esse mínimo esforço? Juro que não doeu andar com o copo por uma quadra e meia.
É muito frustrante perceber que mesmo com tudo que vem sendo feito para a conscientização do povo a realidade não muda.
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domingo, 28 de março de 2010
O que eu guardo pra ti
Entre tantas "primeiras vezes", ao menos 15 eu guardei pra ti. Guardei por tempo considerável, mas minha imaturidade para lidar com esses sentimentos e essa maldita distância que insiste em nos separar me impediu de continuar guardando momentos, sabores, experiências, sentimentos novos.
Mas eu não me preocupo com a distância. Juro que não. Não me preocupo porque sei que não tenho, como eu ja disse, maturidade para lidar com algo tão grandioso, não tenho disposição e nem condição emocional para isso agora. E meu futuro está em aberto, não sei pra que lado eu vou daqui em diante e a idéia de 'deixar alguém pra trás' faz eu pensar em, de repente, mudar o rumo. E mudar o rumo por causa de outro alguém pode ser muito perigoso quando não se tem certeza do que se quer, das nossas prioridades.
Hoje eu já não me preocupo em "guardar" nada pra ti, eu não preciso. Posso fazer tudo que vier a mente, "desperdiçar" primeiras vezes com qualquer um desses playboyzinhos que ocupam meu tempo, com minhas amigas, meus pais... Todas essas coisas terão um sabor de "primeira vez" de novo quando for contigo, porque contigo vai ser com AMOR (não que com meus pais e amigos não seja com amor, mas é um amor diferente, fraternal).
Eu posso morar com um namorado antes de morar contigo, posso jurar que é amor e só depois ver que não era, contigo vai ser diferente. Eu sei que vai.
E eu sei também que eu preciso de todas essas experiências antes de te encontrar definitivamente. Esses "quase-amores" me moldam aos pouquinhos e me ajudam a perceber e apreciar o que eu quero e o que eu mais gosto em ti. Quando a gente se encontrar eu quero estar pronta, de olhos bem abertos e sabendo que eu fiz tudo que eu tinha pra fazer antes de sossegar.
Posso ficar meio ansiosa pra te encontrar às vezes, algumas outras eu surto porque ainda não te encontrei, morro de curiosidade para saber como vai ser... Mas não dá bola! Temos muito, muito tempo... E eu realmente não estou pronta ainda.
Por isso me espera, mas não me espera parado, não! Vive todas as oportunidades que a vida te der, quando estivermos prontos o destino se encarrega.
Mas eu não me preocupo com a distância. Juro que não. Não me preocupo porque sei que não tenho, como eu ja disse, maturidade para lidar com algo tão grandioso, não tenho disposição e nem condição emocional para isso agora. E meu futuro está em aberto, não sei pra que lado eu vou daqui em diante e a idéia de 'deixar alguém pra trás' faz eu pensar em, de repente, mudar o rumo. E mudar o rumo por causa de outro alguém pode ser muito perigoso quando não se tem certeza do que se quer, das nossas prioridades.
Hoje eu já não me preocupo em "guardar" nada pra ti, eu não preciso. Posso fazer tudo que vier a mente, "desperdiçar" primeiras vezes com qualquer um desses playboyzinhos que ocupam meu tempo, com minhas amigas, meus pais... Todas essas coisas terão um sabor de "primeira vez" de novo quando for contigo, porque contigo vai ser com AMOR (não que com meus pais e amigos não seja com amor, mas é um amor diferente, fraternal).
Eu posso morar com um namorado antes de morar contigo, posso jurar que é amor e só depois ver que não era, contigo vai ser diferente. Eu sei que vai.
E eu sei também que eu preciso de todas essas experiências antes de te encontrar definitivamente. Esses "quase-amores" me moldam aos pouquinhos e me ajudam a perceber e apreciar o que eu quero e o que eu mais gosto em ti. Quando a gente se encontrar eu quero estar pronta, de olhos bem abertos e sabendo que eu fiz tudo que eu tinha pra fazer antes de sossegar.
Posso ficar meio ansiosa pra te encontrar às vezes, algumas outras eu surto porque ainda não te encontrei, morro de curiosidade para saber como vai ser... Mas não dá bola! Temos muito, muito tempo... E eu realmente não estou pronta ainda.
Por isso me espera, mas não me espera parado, não! Vive todas as oportunidades que a vida te der, quando estivermos prontos o destino se encarrega.
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terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
24/03
"Para quem nos ensinou valores e princípios, além de mostrar o caminho. Caminho este que leva ao Monumental, estádio do time que não é só inacreditável e capaz de façanhas que servem de modelo a toda Terra, mas IMORTAL!
Feliz aniversário! Tuas filhas Cássia, Camila e Fernanda.
24/03/2010"
Foi isso que "nós escrevemos" no marca-páginas que veio no livro que "nós compramos" pro pai de aniver. :)
Adiantado, mas valendo.
Feliz aniversário! Tuas filhas Cássia, Camila e Fernanda.
24/03/2010"
Foi isso que "nós escrevemos" no marca-páginas que veio no livro que "nós compramos" pro pai de aniver. :)
Adiantado, mas valendo.
terça-feira, 9 de março de 2010
Martha Medeiros
"Meu egoísmo é revelar só um pedaço do que sou, só a parte boa, a mocinha da história. Tenho, dentro de mim, um elenco de coadjuvantes que não deixo que brilhem, que não dão autógrafos nem saem nas capas de revista. Egoísta. Poupando o mundo do meu lado sórdido, que costuma ser o mais interessante."
"Eu nunca mais o tinha visto. É engraçado como nossas lembranças costumam ser generosas com os nossos lembrados.... E, no entanto, ele é um homem cheio de significados. Só que, ao se materializar na minha frente, virou apenas um estranho, nada mais que isso. Ele comentou alguma coisa sobre estar.... mas eu nem ouvi direito o que ele disse, fiquei olhando pra sua boca e pensando: eu beijei tantas vezes esses lábios, eu fiquei nua tantas vezes entre esses braços, trocamos carícias eróticas e, passado um tempo, puf: viramos duas pessoas profundamente constrangidas, até mesmo beijar a face um do outro pareceu um gesto forçado....e nunca havia pensado nisso, em como é incômodo estar diante de uma pessoa com quem se trocou emoção intensa e depois cruzar com ele na rua e dizer apenas: 'tudo bem?'"
'Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.'
Martha Medeiros
"Eu nunca mais o tinha visto. É engraçado como nossas lembranças costumam ser generosas com os nossos lembrados.... E, no entanto, ele é um homem cheio de significados. Só que, ao se materializar na minha frente, virou apenas um estranho, nada mais que isso. Ele comentou alguma coisa sobre estar.... mas eu nem ouvi direito o que ele disse, fiquei olhando pra sua boca e pensando: eu beijei tantas vezes esses lábios, eu fiquei nua tantas vezes entre esses braços, trocamos carícias eróticas e, passado um tempo, puf: viramos duas pessoas profundamente constrangidas, até mesmo beijar a face um do outro pareceu um gesto forçado....e nunca havia pensado nisso, em como é incômodo estar diante de uma pessoa com quem se trocou emoção intensa e depois cruzar com ele na rua e dizer apenas: 'tudo bem?'"
'Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.'
Martha Medeiros
domingo, 7 de fevereiro de 2010
so para registrar..
que eu to morrendo de saudade dos meus colegas eamigos de pelotas..
mas que aqui tá o máximo! :D
:*
mas que aqui tá o máximo! :D
:*
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