Tava assistindo Amici Miei 3 (Meus Caros Amigos 3) e numa das primeiras cenas o Necchi fala que já estão todos velhos, barrigudos, grisalhos, etc, mas que a amizade deles não envelheceu, continua como se eles tivessem 12 anos.
Claro que o quinteto irreverente tem uma filosofia de vida de se invejar, o que implica em muitas histórias pra contar completamente sem noção, como o dia que eles arranjam um caminhão e fazem de conta que são uma equipe que cuida de prédios importantes e vão até Pisa e fazem um escândalo pq a Torre tá levemente mais torta e convocam todos os turistas a tentar endireitar... (morri rindo aheihaeiuaheiuahe).
Enfim, o que eu quero dizer com isso, é que na hora eu me enchi de lembranças MARAVILHOSAS - talvez não tão sem noção, mas com certeza divertidíssimas - dos últimos doze anos. E foi AWESOME perceber que a grande maioria dos protagonistas dessas histórias continuam fazendo parte das minhas memórias recentes. Espero que por mais 24, 36, 48 anos... (quem sabe 60?)
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sábado, 7 de abril de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
Amo, claro que amo!
Me pergunto agora o que foi que te deu na cabeça para me perguntares se ainda te amo. Já não te disse, anos atrás, que amava - e muito?
Até onde eu sei, amor, quando é amor, dura uma eternidade. Não sei como se desama alguém. Na minha cabeça, na minha forma de ver as coisas, no meu coração, desamar não existe. Nunca existiu. É óbvio que te amo. Amo desde aquele dia, quando nossos olhos se cruzaram de pertinho e eu percebi que não conseguia mais segurar as rédeas, não tinha mais como negar que realmente tu eras muito importante pra mim. Continuo amando. Amar é um verbo que não se conjuga no passado.
Amo o teu jeito, a tua paciência, o teu carisma, as tuas manias, teus defeitos, o teu estilo, tuas mãos, teu cheiro, teu cabelo... Te amo por inteiro, como disse há muito tempo. Não era mentira. Não é mentira. Eu te amo. Amo mesmo, como sempre foi.
O que mudou foi a paixão, sabe? Eu era apaixonadíssima por ti. Era mesmo. Muito. Demais até. Mas paixão, diferente do amor, não é pra sempre. Não sou mais apaixonada, louca por ti. Te amo, mas não sinto mais atração, paixão, necessidade de contato físico e emocional. Me sinto confortável perto de ti - e longe também. Amo à distância, como quem admira uma obra de arte, como quem ouve uma música que desperta mil e um sentimentos, mas não precisa ouvir 9 milhões de vezes seguidas, pois já passou dessa fase de fixação e se satisfaz com um play lá de vez em quando. Um contato esporádico, nostálgico, cheio de carinho me basta.
Sim, broto, é claro que sinto tua falta. Quem não sentiria? Companhia agradável, papo interessante, divertido, querido, que me conhece como ninguém e entende todas as minhas pirações, sabe o que dizer na hora certa... Sinto, mas não morro mais de saudades. Não sofro com a distância. Aceito ela numa boa. Só isso mudou: desapareceu a paixão, a expectativa, o desejo, o sofrimento. Ficou o amor, as lembranças, o carinho enorme que sinto por ti. E o mesmo desejo que escrevi em todos os cartões de aniversário que te dei: que sejas muuuuito feliz!
Até onde eu sei, amor, quando é amor, dura uma eternidade. Não sei como se desama alguém. Na minha cabeça, na minha forma de ver as coisas, no meu coração, desamar não existe. Nunca existiu. É óbvio que te amo. Amo desde aquele dia, quando nossos olhos se cruzaram de pertinho e eu percebi que não conseguia mais segurar as rédeas, não tinha mais como negar que realmente tu eras muito importante pra mim. Continuo amando. Amar é um verbo que não se conjuga no passado.
Amo o teu jeito, a tua paciência, o teu carisma, as tuas manias, teus defeitos, o teu estilo, tuas mãos, teu cheiro, teu cabelo... Te amo por inteiro, como disse há muito tempo. Não era mentira. Não é mentira. Eu te amo. Amo mesmo, como sempre foi.
O que mudou foi a paixão, sabe? Eu era apaixonadíssima por ti. Era mesmo. Muito. Demais até. Mas paixão, diferente do amor, não é pra sempre. Não sou mais apaixonada, louca por ti. Te amo, mas não sinto mais atração, paixão, necessidade de contato físico e emocional. Me sinto confortável perto de ti - e longe também. Amo à distância, como quem admira uma obra de arte, como quem ouve uma música que desperta mil e um sentimentos, mas não precisa ouvir 9 milhões de vezes seguidas, pois já passou dessa fase de fixação e se satisfaz com um play lá de vez em quando. Um contato esporádico, nostálgico, cheio de carinho me basta.
Sim, broto, é claro que sinto tua falta. Quem não sentiria? Companhia agradável, papo interessante, divertido, querido, que me conhece como ninguém e entende todas as minhas pirações, sabe o que dizer na hora certa... Sinto, mas não morro mais de saudades. Não sofro com a distância. Aceito ela numa boa. Só isso mudou: desapareceu a paixão, a expectativa, o desejo, o sofrimento. Ficou o amor, as lembranças, o carinho enorme que sinto por ti. E o mesmo desejo que escrevi em todos os cartões de aniversário que te dei: que sejas muuuuito feliz!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Writing Songs About You
I can't believe you did it again
Walk by and took my heart with you
Why'd you have to look so good?
Don't you know I'm trying to hate you?
Trying to have a dream without you in it
But how can I put out this fire, when you're the one who lit it?
I can't wait for the day
I stop pretending I'm really ok when I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do I'll keep writing songs about you
I got a stack of papers so high
And it's all about you baby
Keep thinking maybe I can make sense of something crazy,
Something I can't get out of my head
I write your name, I write your name,
Then I tear it all to shreads
I can't wait for the day
I stop pretending I'm really ok when I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do I'll keep writing songs about you
And if you ever change your mind,
It won't be back again
I hope these songs will remind me
Why I shouldn't let you in
I can't wait for the day
I stop pretending I'm really ok cause I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do
I'll just wait for the day
I stop pretending I'm really ok when I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do I'll keep writing songs about you
http://www.vagalume.com.br/taylor-swift/writing-songs-about-you.html#ixzz1GdJ5SxiF
Walk by and took my heart with you
Why'd you have to look so good?
Don't you know I'm trying to hate you?
Trying to have a dream without you in it
But how can I put out this fire, when you're the one who lit it?
I can't wait for the day
I stop pretending I'm really ok when I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do I'll keep writing songs about you
I got a stack of papers so high
And it's all about you baby
Keep thinking maybe I can make sense of something crazy,
Something I can't get out of my head
I write your name, I write your name,
Then I tear it all to shreads
I can't wait for the day
I stop pretending I'm really ok when I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do I'll keep writing songs about you
And if you ever change your mind,
It won't be back again
I hope these songs will remind me
Why I shouldn't let you in
I can't wait for the day
I stop pretending I'm really ok cause I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do
I'll just wait for the day
I stop pretending I'm really ok when I'm not
I wanna know how it feels to be over you for real
Until I do I'll keep writing songs about you
http://www.vagalume.com.br/taylor-swift/writing-songs-about-you.html#ixzz1GdJ5SxiF
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terça-feira, 20 de julho de 2010
O meu amor.
Sabe aquela pessoa? Aquela, que vai contigo no cinema, que ri das tuas piadas, sente prazer em tua companhia?
Aquela que te ouve reclamar da porcaria da faculdade que não vinga, da porcaria da faculdade que vai terminar e tu sequer sabe o que fazer quando essa hora chegar.
Aquela pessoa que bebe cerveja contigo, dança contigo, assiste vídeos do youtube contigo, te recomenda lugares bacanas pra jantar e volta e meia te acompanha na janta? E às vezes até paga ela... Que toma sorvete contigo até no dia mais frio de inverno, só porque sabe que tu adora?
Aquele serzinho espetacular que torna teu dia melhor, que lembra de coisas que aconteceram anos atrás e riiii, porque a desgraça passou e agora chega a ser engraçado. Aquela pessoa que acampa contigo, convive contigo e tem as melhores lembranças do teu lado. E as piores também... Sabe?!
É esse aí... Esse aí é que é meu amor! Pau pra toda obra, parceiro pra qualquer indiada, até pra comprar calças jeans comigo, mesmo sabendo que a probabilidade de um "nada fica beeeem porque eu sou goooordaaaaaa" em tom de choro é quase 90%. Que sai só pra dar uma "bandinha" no centro e acaba comprando um kit "auto-confiança-propulsora-da-auto-estima" efêmero, mas valiosíssimo (composto pelas mais diversas coisas que só uma mulher consegue entender o bem que fazem) por menos de 15 reais. Que vai dar uma volta pela cidade e volta às 5h da manhã porque nem viu o tempo passar. É. É ele.. o amor da minha vida.
E o amor da minha vida, como tinha que ser, aguenta minhas inseguranças e inconstâncias, entende que eu preciso de um pulso forte por perto às vezes pra me dar aquele empurrãozinho e nao me abandona. Vai comigo aonde for, mesmo que nao fisicamente.
Esse amor da minha vida é tão grande, mas tão grande e tão forte, mas tão forte, que não coube numa pessoa só. Tá dividido em cada um dos meus AMIGOS que tão aí (uns) há tanto tempo (e outros menos, mas com grande significado) e que eu sei que ... pô, nada melhor!
Feliz dia do amigo, AMO vocês!
Aquela que te ouve reclamar da porcaria da faculdade que não vinga, da porcaria da faculdade que vai terminar e tu sequer sabe o que fazer quando essa hora chegar.
Aquela pessoa que bebe cerveja contigo, dança contigo, assiste vídeos do youtube contigo, te recomenda lugares bacanas pra jantar e volta e meia te acompanha na janta? E às vezes até paga ela... Que toma sorvete contigo até no dia mais frio de inverno, só porque sabe que tu adora?
Aquele serzinho espetacular que torna teu dia melhor, que lembra de coisas que aconteceram anos atrás e riiii, porque a desgraça passou e agora chega a ser engraçado. Aquela pessoa que acampa contigo, convive contigo e tem as melhores lembranças do teu lado. E as piores também... Sabe?!
É esse aí... Esse aí é que é meu amor! Pau pra toda obra, parceiro pra qualquer indiada, até pra comprar calças jeans comigo, mesmo sabendo que a probabilidade de um "nada fica beeeem porque eu sou goooordaaaaaa" em tom de choro é quase 90%. Que sai só pra dar uma "bandinha" no centro e acaba comprando um kit "auto-confiança-propulsora-da-auto-estima" efêmero, mas valiosíssimo (composto pelas mais diversas coisas que só uma mulher consegue entender o bem que fazem) por menos de 15 reais. Que vai dar uma volta pela cidade e volta às 5h da manhã porque nem viu o tempo passar. É. É ele.. o amor da minha vida.
E o amor da minha vida, como tinha que ser, aguenta minhas inseguranças e inconstâncias, entende que eu preciso de um pulso forte por perto às vezes pra me dar aquele empurrãozinho e nao me abandona. Vai comigo aonde for, mesmo que nao fisicamente.
Esse amor da minha vida é tão grande, mas tão grande e tão forte, mas tão forte, que não coube numa pessoa só. Tá dividido em cada um dos meus AMIGOS que tão aí (uns) há tanto tempo (e outros menos, mas com grande significado) e que eu sei que ... pô, nada melhor!
Feliz dia do amigo, AMO vocês!
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
É só uma dorzinha de cotovelo, juro!
Eu prefiro que pensem (ou que eu pense) que essa minha "deprê" vem de uma dor de cotovelo muito bem justificada. Eu prefiro ficar cabisbaixa porque meu romancezinho de quinta categoria terminou do que admitir que eu estou apavorada com essa história de virar gente grande.
Sei muito bem como curar dores de colovelo: confiando no tempo. Sei que delas eu me recupero e até hoje nenhuma me matou. Sei que a choradeira faz parte, conheço todas as fases da superação e da cura. Já estive lá milhões de vezes. Conheço o território que estou pisando e posso andar com segurança. Ali eu tô tranquila.
Mas não me faça admitir que não é isso que está tirando meu sono. Não me faça parar para pensar, pensar, pensar e não chegar a conclusão alguma. Não me faça lembrar que está na hora de tomar decisões que direcionarão minha vida. Eu não consigo decidir o que eu quero almoçar, imagina que assunto terá meu projeto, sobre o que será meu TCC, onde farei (se fizer) e sobre o que farei meu mestrado, doutorado e afins?!
Por favor, não me deixe ocupar minha mente com questões tão importantes: eu não conheço esse território e tenho medo de dar qualquer passo a frente. Regredir eu posso, acabei de passar por esse caminho, reconheço a volta. Por isso que eu questiono se não era melhor ir para veterinária, gastronomia, psicologia, turismo... Ser bixo quer dizer ter todo curso pela frente para pensar, para chegar nesse ponto em que me encontro: na encruzilhada que me leva a tantos lugares, tão diferentes, tantos caminhos, tão diversificados.
Mas não adianta tentar me enganar: a realidade bate à porta, as paisagens inspiram e cutucam o instinto biólogo que jamais saiu de dentro de mim, só ficou reprimido por tanto medo. Tic Tac faz o relógio: é hora de tomar decisões importantes, andar em direção do desconhecido e encarar o que vier.
Quem dera fosse um coração partido meu problema, iria doer menos.
Sei muito bem como curar dores de colovelo: confiando no tempo. Sei que delas eu me recupero e até hoje nenhuma me matou. Sei que a choradeira faz parte, conheço todas as fases da superação e da cura. Já estive lá milhões de vezes. Conheço o território que estou pisando e posso andar com segurança. Ali eu tô tranquila.
Mas não me faça admitir que não é isso que está tirando meu sono. Não me faça parar para pensar, pensar, pensar e não chegar a conclusão alguma. Não me faça lembrar que está na hora de tomar decisões que direcionarão minha vida. Eu não consigo decidir o que eu quero almoçar, imagina que assunto terá meu projeto, sobre o que será meu TCC, onde farei (se fizer) e sobre o que farei meu mestrado, doutorado e afins?!
Por favor, não me deixe ocupar minha mente com questões tão importantes: eu não conheço esse território e tenho medo de dar qualquer passo a frente. Regredir eu posso, acabei de passar por esse caminho, reconheço a volta. Por isso que eu questiono se não era melhor ir para veterinária, gastronomia, psicologia, turismo... Ser bixo quer dizer ter todo curso pela frente para pensar, para chegar nesse ponto em que me encontro: na encruzilhada que me leva a tantos lugares, tão diferentes, tantos caminhos, tão diversificados.
Mas não adianta tentar me enganar: a realidade bate à porta, as paisagens inspiram e cutucam o instinto biólogo que jamais saiu de dentro de mim, só ficou reprimido por tanto medo. Tic Tac faz o relógio: é hora de tomar decisões importantes, andar em direção do desconhecido e encarar o que vier.
Quem dera fosse um coração partido meu problema, iria doer menos.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
De degrau em degrau a gente chega lá!
Sabe, amor, essa jornada de preparos para te encontrar é meio exaustiva!
Primeiro porque para parar de escolher os cafajestes e olhar mais para os "caras certos" (que podem não ser O cara certo, mas existe uma chance maior de engrenar) nós precisamos nos conhecer muito bem e ter uma auto-estima elevadíssima.
Essa fase do auto-conhecimento é a mais difícil eu diria, porque temos que olhar pra dentro, falar muito sobre o assunto para poder assimilar e tentar entender os porquês. Ninguém em sua sã conciência é mazoquista o suficiente para ficar pulando de canalha para canalha, sem nem cogitar os "bonzinhos". Mas também não fazemos isso por acaso: são questões internas, coisas nossas que muitas vezes nem sabemos que existem.
E a auto-estima? Ela também é uma coisa complicada. Isso porque para tê-la no nível necessário para conseguir manter um relacionamento, com doses altíssimas de amor-próprio, temos que ter segurança. Agora me diz: quem, tendo um cafajeste do lado, tem segurança? Valorizar-se, amar-se, cuidar-se... todos os "-se" ficam muito difíceis quando somos usadas, trocadas, traídas ou simplesmente não-quistas. (ai meu cotovelo, meu ego, minha cabeça: tentar decifrar o que leva o cafajeste a deixar a mocinha é ainda mais exaustivo, porque não tem lógica - ele é louco mesmo por não a querer, pode ter certeza).
Mas não vamos desmerecer o cafajeste e todas essas fases de auto-conhecimento, aceitação e auto-estima. São degraus importantes que te fazem crescer. Se não fosse o cafajeste tu não saberias o que te faz mal, o que te deixa feliz, o que te cativa. Tu não sabaeria o que procurar no "cara certo". Tu não terias maturidade para apreciar o cara certo. Palmas pro cafajeste!
É aquela coisa: tudo a seu tempo! Esse preparo todo demora, mas dá um resultado... que chega na hora certa! :)
Primeiro porque para parar de escolher os cafajestes e olhar mais para os "caras certos" (que podem não ser O cara certo, mas existe uma chance maior de engrenar) nós precisamos nos conhecer muito bem e ter uma auto-estima elevadíssima.
Essa fase do auto-conhecimento é a mais difícil eu diria, porque temos que olhar pra dentro, falar muito sobre o assunto para poder assimilar e tentar entender os porquês. Ninguém em sua sã conciência é mazoquista o suficiente para ficar pulando de canalha para canalha, sem nem cogitar os "bonzinhos". Mas também não fazemos isso por acaso: são questões internas, coisas nossas que muitas vezes nem sabemos que existem.
E a auto-estima? Ela também é uma coisa complicada. Isso porque para tê-la no nível necessário para conseguir manter um relacionamento, com doses altíssimas de amor-próprio, temos que ter segurança. Agora me diz: quem, tendo um cafajeste do lado, tem segurança? Valorizar-se, amar-se, cuidar-se... todos os "-se" ficam muito difíceis quando somos usadas, trocadas, traídas ou simplesmente não-quistas. (ai meu cotovelo, meu ego, minha cabeça: tentar decifrar o que leva o cafajeste a deixar a mocinha é ainda mais exaustivo, porque não tem lógica - ele é louco mesmo por não a querer, pode ter certeza).
Mas não vamos desmerecer o cafajeste e todas essas fases de auto-conhecimento, aceitação e auto-estima. São degraus importantes que te fazem crescer. Se não fosse o cafajeste tu não saberias o que te faz mal, o que te deixa feliz, o que te cativa. Tu não sabaeria o que procurar no "cara certo". Tu não terias maturidade para apreciar o cara certo. Palmas pro cafajeste!
É aquela coisa: tudo a seu tempo! Esse preparo todo demora, mas dá um resultado... que chega na hora certa! :)
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domingo, 28 de março de 2010
O que eu guardo pra ti
Entre tantas "primeiras vezes", ao menos 15 eu guardei pra ti. Guardei por tempo considerável, mas minha imaturidade para lidar com esses sentimentos e essa maldita distância que insiste em nos separar me impediu de continuar guardando momentos, sabores, experiências, sentimentos novos.
Mas eu não me preocupo com a distância. Juro que não. Não me preocupo porque sei que não tenho, como eu ja disse, maturidade para lidar com algo tão grandioso, não tenho disposição e nem condição emocional para isso agora. E meu futuro está em aberto, não sei pra que lado eu vou daqui em diante e a idéia de 'deixar alguém pra trás' faz eu pensar em, de repente, mudar o rumo. E mudar o rumo por causa de outro alguém pode ser muito perigoso quando não se tem certeza do que se quer, das nossas prioridades.
Hoje eu já não me preocupo em "guardar" nada pra ti, eu não preciso. Posso fazer tudo que vier a mente, "desperdiçar" primeiras vezes com qualquer um desses playboyzinhos que ocupam meu tempo, com minhas amigas, meus pais... Todas essas coisas terão um sabor de "primeira vez" de novo quando for contigo, porque contigo vai ser com AMOR (não que com meus pais e amigos não seja com amor, mas é um amor diferente, fraternal).
Eu posso morar com um namorado antes de morar contigo, posso jurar que é amor e só depois ver que não era, contigo vai ser diferente. Eu sei que vai.
E eu sei também que eu preciso de todas essas experiências antes de te encontrar definitivamente. Esses "quase-amores" me moldam aos pouquinhos e me ajudam a perceber e apreciar o que eu quero e o que eu mais gosto em ti. Quando a gente se encontrar eu quero estar pronta, de olhos bem abertos e sabendo que eu fiz tudo que eu tinha pra fazer antes de sossegar.
Posso ficar meio ansiosa pra te encontrar às vezes, algumas outras eu surto porque ainda não te encontrei, morro de curiosidade para saber como vai ser... Mas não dá bola! Temos muito, muito tempo... E eu realmente não estou pronta ainda.
Por isso me espera, mas não me espera parado, não! Vive todas as oportunidades que a vida te der, quando estivermos prontos o destino se encarrega.
Mas eu não me preocupo com a distância. Juro que não. Não me preocupo porque sei que não tenho, como eu ja disse, maturidade para lidar com algo tão grandioso, não tenho disposição e nem condição emocional para isso agora. E meu futuro está em aberto, não sei pra que lado eu vou daqui em diante e a idéia de 'deixar alguém pra trás' faz eu pensar em, de repente, mudar o rumo. E mudar o rumo por causa de outro alguém pode ser muito perigoso quando não se tem certeza do que se quer, das nossas prioridades.
Hoje eu já não me preocupo em "guardar" nada pra ti, eu não preciso. Posso fazer tudo que vier a mente, "desperdiçar" primeiras vezes com qualquer um desses playboyzinhos que ocupam meu tempo, com minhas amigas, meus pais... Todas essas coisas terão um sabor de "primeira vez" de novo quando for contigo, porque contigo vai ser com AMOR (não que com meus pais e amigos não seja com amor, mas é um amor diferente, fraternal).
Eu posso morar com um namorado antes de morar contigo, posso jurar que é amor e só depois ver que não era, contigo vai ser diferente. Eu sei que vai.
E eu sei também que eu preciso de todas essas experiências antes de te encontrar definitivamente. Esses "quase-amores" me moldam aos pouquinhos e me ajudam a perceber e apreciar o que eu quero e o que eu mais gosto em ti. Quando a gente se encontrar eu quero estar pronta, de olhos bem abertos e sabendo que eu fiz tudo que eu tinha pra fazer antes de sossegar.
Posso ficar meio ansiosa pra te encontrar às vezes, algumas outras eu surto porque ainda não te encontrei, morro de curiosidade para saber como vai ser... Mas não dá bola! Temos muito, muito tempo... E eu realmente não estou pronta ainda.
Por isso me espera, mas não me espera parado, não! Vive todas as oportunidades que a vida te der, quando estivermos prontos o destino se encarrega.
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terça-feira, 9 de março de 2010
Martha Medeiros
"Meu egoísmo é revelar só um pedaço do que sou, só a parte boa, a mocinha da história. Tenho, dentro de mim, um elenco de coadjuvantes que não deixo que brilhem, que não dão autógrafos nem saem nas capas de revista. Egoísta. Poupando o mundo do meu lado sórdido, que costuma ser o mais interessante."
"Eu nunca mais o tinha visto. É engraçado como nossas lembranças costumam ser generosas com os nossos lembrados.... E, no entanto, ele é um homem cheio de significados. Só que, ao se materializar na minha frente, virou apenas um estranho, nada mais que isso. Ele comentou alguma coisa sobre estar.... mas eu nem ouvi direito o que ele disse, fiquei olhando pra sua boca e pensando: eu beijei tantas vezes esses lábios, eu fiquei nua tantas vezes entre esses braços, trocamos carícias eróticas e, passado um tempo, puf: viramos duas pessoas profundamente constrangidas, até mesmo beijar a face um do outro pareceu um gesto forçado....e nunca havia pensado nisso, em como é incômodo estar diante de uma pessoa com quem se trocou emoção intensa e depois cruzar com ele na rua e dizer apenas: 'tudo bem?'"
'Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.'
Martha Medeiros
"Eu nunca mais o tinha visto. É engraçado como nossas lembranças costumam ser generosas com os nossos lembrados.... E, no entanto, ele é um homem cheio de significados. Só que, ao se materializar na minha frente, virou apenas um estranho, nada mais que isso. Ele comentou alguma coisa sobre estar.... mas eu nem ouvi direito o que ele disse, fiquei olhando pra sua boca e pensando: eu beijei tantas vezes esses lábios, eu fiquei nua tantas vezes entre esses braços, trocamos carícias eróticas e, passado um tempo, puf: viramos duas pessoas profundamente constrangidas, até mesmo beijar a face um do outro pareceu um gesto forçado....e nunca havia pensado nisso, em como é incômodo estar diante de uma pessoa com quem se trocou emoção intensa e depois cruzar com ele na rua e dizer apenas: 'tudo bem?'"
'Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.'
Martha Medeiros
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
o cafajeste que eu nunca vou deixar
Cara, eu disse que não ia mais me abalar, que ia relevar e não ia levar futebol como uma questão de vida ou morte, mas é IMPOSSÍVEL não ficar frustrada e indignada com o Grêmio quando na 4a rodada eu ainda não vi um JOGO, só vexame.
Na estreia eu jurei que seria goleada pra cima do Pelotas. 3x2 de virada sofrido.
Ai veio o jogo contra o Caxias, de igual resultado. Contra Veranópolis, que eu vi levar goleada em casa pro Grêmio em 2006, empate de 1x1. Inadmissível!
Hoje, jogo contra o Santa Cruz, ate agora um empate. E o SCR marcou primeiro. Ainda que o imprestável do Jonas resolveu fazer um golzinho de m*rda aí e empatar aos 36 do segundo tempo. Domingo que vem tem GRE-nal, ainda bem que eu estarei fora do estado e não vou assistir esse massacre. Porque eu ODEIO admitir, mas é ÓBVIO que o Grêmio vai me decepcionar de novo. Pelo menos eu aprendi a ser realista.
Às vezes dá vontade de nem assistir mais os jogos, de largar de mão e abstrair o futebol da minha vida, mas é mais forte que eu. É uma coisa inexplicável, que tá no sangue, que me faz sentir mais viva. Afinal raiva também é sentimento e sentir é coisa de quem vive.
(GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!! Borges! adoro camisa 9 xD de virada é mais gostoso, como diria o Vini - mais angustiante, mas mais gostoso)
Então, chegamos onde eu queria: o Grêmio é meu marido cafajeste! Ele faz exatamente o que fez hoje: me mata de raiva e depois me traz o alívio.
É o cara que eu amo incondicionalmente, que eu até penso em largar quando tá me machucando muito e não tá correspondendo aos votos que fizemos na nossa união, que me trai e eu tenho que engolir as lágrimas... Porque quando eu tô a ponto de abrir a porta e sair de casa ele chega dizendo que me ama e me conquistando com o jeitinho bruto dele, dizendo que a vida nao teria graça se eu nao fizesse parte dela, que nao se imagina sem mim e quer me fazer feliz.. que tá se esforçando, que quer tentar mais uma vez e que se não der ele me deixa ir com razão - coisa que nao acontece porque é um ciclo, ele volta a me magoar mas volta a me fazer feliz e me encher de promessas. Promessas convincentes, como o campeonato brasileiro de 2008, como as duas últimas libertadores, como o gauchão desse ano com os novos reforços. Pena que ele em dificuldade de cumprir o que me promete, mas eu sei que são mentiras sinceras e ele realmente quer me presentear com tudo isso, quer mesmo, só não tá conseguindo. Então, mais uma vez, meu amor me mantem do lado dele, apoiando ao longo dos anos para que ele possa chegar mais perto de me dar o que eu, como esposa apixonada e dedicada, mereço.
Na estreia eu jurei que seria goleada pra cima do Pelotas. 3x2 de virada sofrido.
Ai veio o jogo contra o Caxias, de igual resultado. Contra Veranópolis, que eu vi levar goleada em casa pro Grêmio em 2006, empate de 1x1. Inadmissível!
Hoje, jogo contra o Santa Cruz, ate agora um empate. E o SCR marcou primeiro. Ainda que o imprestável do Jonas resolveu fazer um golzinho de m*rda aí e empatar aos 36 do segundo tempo. Domingo que vem tem GRE-nal, ainda bem que eu estarei fora do estado e não vou assistir esse massacre. Porque eu ODEIO admitir, mas é ÓBVIO que o Grêmio vai me decepcionar de novo. Pelo menos eu aprendi a ser realista.
Às vezes dá vontade de nem assistir mais os jogos, de largar de mão e abstrair o futebol da minha vida, mas é mais forte que eu. É uma coisa inexplicável, que tá no sangue, que me faz sentir mais viva. Afinal raiva também é sentimento e sentir é coisa de quem vive.
(GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!! Borges! adoro camisa 9 xD de virada é mais gostoso, como diria o Vini - mais angustiante, mas mais gostoso)
Então, chegamos onde eu queria: o Grêmio é meu marido cafajeste! Ele faz exatamente o que fez hoje: me mata de raiva e depois me traz o alívio.
É o cara que eu amo incondicionalmente, que eu até penso em largar quando tá me machucando muito e não tá correspondendo aos votos que fizemos na nossa união, que me trai e eu tenho que engolir as lágrimas... Porque quando eu tô a ponto de abrir a porta e sair de casa ele chega dizendo que me ama e me conquistando com o jeitinho bruto dele, dizendo que a vida nao teria graça se eu nao fizesse parte dela, que nao se imagina sem mim e quer me fazer feliz.. que tá se esforçando, que quer tentar mais uma vez e que se não der ele me deixa ir com razão - coisa que nao acontece porque é um ciclo, ele volta a me magoar mas volta a me fazer feliz e me encher de promessas. Promessas convincentes, como o campeonato brasileiro de 2008, como as duas últimas libertadores, como o gauchão desse ano com os novos reforços. Pena que ele em dificuldade de cumprir o que me promete, mas eu sei que são mentiras sinceras e ele realmente quer me presentear com tudo isso, quer mesmo, só não tá conseguindo. Então, mais uma vez, meu amor me mantem do lado dele, apoiando ao longo dos anos para que ele possa chegar mais perto de me dar o que eu, como esposa apixonada e dedicada, mereço.
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